Diário06/09/2008 10h13
MEU LIVRO DE CONTOS
MEU LIVRO DE CONTOS (TEXTO DE ANDRE ESTEVES PARA O MEU LIVRO "BOM DIA, DONA TARDE!") Meu livro de contos ("Bom dia, Dona Tarde!") será publicado pela Editora All Print no próximo dia 10. Diante disto, tive a idéia de convidar o meu amigo e grande escritor ANDRE ESTEVES (autor do romance policial "O Mistério da 13ª Letra", um dos 10 mais vendidos em todas as grandes livrarias do Brasil - veja a capa do seu sensacional livro na figura acima) para escrever o texto da orelha do livrinho. Para grande honra minha, ele não só aceitou a incumbência, como se lançou à árdua tarefa com afinco e rapidez (entregou-me o texto cerca de um dia depois do meu pedido, posto que eu tinha pressa de repassá-lo ao Departamento de Arte da Editora). O talento de escritor e crítico sobejou em seu texto (como era de se esperar num escrito do estupendo Andre Esteves), para a minha sorte - e alegria. Gostei tanto do resultado final, que peço vênia ao ANDRE ESTEVES para publicar o seu texto aqui, conforme segue. ........................................................................................................................................................................
Seja com o sublime triunfo sobre nossos monstros internos, como no conto “Boa Noite, Dona Tarde!”, seja com o suspense e o mistério de "O Caso Maria Clara"; o autor faz com que viremos as páginas de modo afogueado, desejosos de permanecer neste mundo de surpresas e de catarses, onde o inusitado espreita na próxima linha. Como no instigante conto "O Beco do Crime", acabamos nos tornando os próprios protagonistas, heróis e anti-heróis, flagrando-nos perfazendo planos, chorando as perdas e festejando as vitórias conquistadas. Mais que leitores, viramos co-autores, passando a fazer parte das tramas. Esta a marca das grandes obras – e dos grandes escritores. Andre Esteves Publicado por Valdeci Garcia em 06/09/2008 às 10h13
![]() 06/07/2008 11h25
VENTO IPAUSSUENSE (HOMENAGEM A IPAUSSU)
VENTO IPAUSSUENSE Publicado por Valdeci Garcia em 06/07/2008 às 11h25
![]() 06/07/2008 09h42
ENGANO (POEMA DEDICADO A MIM MESMO)
ENGANO
Penso ter de tudo; Penso, mas não tenho... Penso que o estudo Me trará engenho... Penso que o mundo É como eu penso. Tal qual o subsumo É mais que propenso; Crasso, ledo engano... É a minha meta: À falta de plano; Penso ser poeta! Publicado por Valdeci Garcia em 06/07/2008 às 09h42
![]() 17/06/2008 13h34
HOMENAGEM A MEU PAI, LEONILDO GARCIA
LEMBRANÇA ANTIGA
("In memoria" de meu pai, Leonildo Garcia) Toda vez que viajo de avião à noite, lembro-me de meu pai e de seu antiguíssimo rádio de válvulas. Ficava olhando então dentro daquela caixa marrom de madeira... Eu enxergava assim uma cidade clara; como aquela que ora vejo lá embaixo - inteira, [mágica! N.A.: Poema escrito em viagem para Recife, em 10/06/08. Publicado por Valdeci Garcia em 17/06/2008 às 13h34
25/05/2008 13h34
CELSÃO (DE IPAUSSU)
CELSÃO (DE IPAUSSU)
Ontem, visitei novamente a cidade onde cresci e passei a minha mocidade: Ipaussu, no interior do estado de São Paulo. Gosto de caminhar pelos lugares em que meus amigos e eu jogávamos bola, nadávamos no riacho, ficávamos tocando violão, e fazíamos outros folguedos que todo adolescente e jovem faz (ou deveria fazer). Enquanto caminhava, encontrei um velho amigo: o Celsão, irmão do Mário. Vinha em sua bicicleta com seus dois filhos (nossa, como o tempo passa: o Celsão já com dois filhos...). Cumprimentamo-nos com muita satisfação, natural a dois velhos amigos; e ficamos recordando muitos fatos. Falamos das coisas idas e do nosso time de futebol, "Os Gatões". Rimos à solta com passagens hilárias. Falamos dos nossos amigos (do Adermizinho, do Boy, do Wilsão, do Brás, do Tião e de tantos outros), e concordamos que deveríamos marcar um encontro com a turma toda, para nos divertir. Ficamos conversando por vários minutos; e ele me apresentou seus dois filhinhos. Tiramos fotografias e eu lhe prometi postá-las neste espaço. Infelizmente, não as consegui transferir para o computador. Mas, meu amigo Celsão, fica aqui esta homenagem, que não se apagará como se apagam as fotografias, afinal, nossa infância e juventude não esmaecem. Abraços de seu amigo Nenê (Valdeci Garcia)! Publicado por Valdeci Garcia em 25/05/2008 às 13h34
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